sexta-feira, 17 de outubro de 2008

debate qualidade /quantidade na educação brasileira

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA-FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA-ENSINO FUNDAMENTAL/ SÉRIES INICIAIS-CICLO
ATIVIDADE - LEGISLAÇÃO E EDUCAÇÃO BRASILEIRA: UM PAINEL ATRAVÉS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
PROFESSORES: ROSELI SÁ E PAULA SANTOS
PROFESSORAS CURSISTAS - GERALDA FRANCISCA FERNANDES DA SILVA, GLEIVIA MACIA ROSA RODRIGUES SILVA, MARIA RITA DE OLIVEIRA DE RESENDE E PAULA FRANCINETE ROSA RODRIGUES.


Diante do tópico três “O debate qualidade /quantidade na educação brasileira compreendemos que a educação sofreu alterações do império para a república a quantidade e qualidade do ensino continuava sem um sistema nacional de educação.
Salientamos ainda a importância da revolução de 1930, que deu inicio a criação do Ministério da educação e das secretarias de educação e dos estados. Para exercer o cargo, na época como ministro da educação foi escolhido Francisco Campos que na década anterior, havia reformado a educação de Minas Gerais.. O mesmo propôs a ampliação da rede escolar e alfabetização da população brasileira.
Outra questão favorável foi a valorização do trabalho assalariado aos profissionais da educação tornado um fator do crescimento social e favorecendo o otimismo pedagógico, surgindo assim nos anos 20 e alcançando o apogeu dos anos 30 no século XX.
Ocorreram vários manifestos na Educação brasileira de 1930 a 1937 em prol das melhorias educacionais onde representava uma tomada de consciência no desenvolvimento social, política e econômica que teve a participação dos neoliberais, educadores e pais que favoreceu o crescimento. Entre os anos citados acima destacamos o de 1932, um grupo de 26 educadores lançou o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Nesse documento foram propostas melhorias para o crescimento e desenvolvimento referente à educação: Educação pública obrigatória, a educação como instrumento da reconstrução nacional, as características regionais e os interesses dos alunos e a formação universitária de todos os professores.
Visto que a expansão do ensino propiciou a ampliação do acesso da população à educação formal garantindo uma organização e desenvolvimento do ensino brasileiro. Percebe-se ainda que a oferta de uma educação gratuita de qualidade é um direito social e constitucional do individuo e de responsabilidade do estado.
A contribuição do presidente Getúlio Vargas com o crescimento da industrialização levou a implantação do ensino profissionalizante. Durante o golpe militar de 1964 se dava a substituição do modelo agrário-exportador e também para impedir o acesso ao ensino superior.
Abordamos que o objetivo da Lei 5.692/ 71 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) era dá formação profissionalizante, na qual planejava-se a contribuição para o aumento da produção brasileira e ampliou o ensino fundamental do 1º grau para 8 anos de escolaridade.E durante esse processo não houve um acompanhamento qualitativo e sim quantitativo nos métodos técnicos tendo como conseqüência o alto índice de reprovação e demais dificuldades no ensino.
Analisando e comparando o texto acima percebemos que o Brasil ainda passa por crises educacionais relacionados tanto no que diz respeito ao Ensino e Aprendizagem, quanto na precariedade das estruturas físicas das escolas. O governo preocupado com a situação do país vem avaliando o sistema de ensino através da Prova Brasil, Provinha Brasil, ENEM e SAEB buscando ações estratégicas que visem reformular as políticas educacionais, tendo como objetivo o fornecimento de subsídios para atender as escolas com baixo índice de aprendizagem, dando assim condições favoráveis para que os profissionais em educação possam buscar os descritores que garantam um ensino de qualidade e não apenas de quantidade.
É necessário que todos os brasileiros acompanhem os resultados das avaliações propostas pelo governo federal, através do IDEB, que é o índice que mostra o desempenho dos estudantes, revelando a situação educacional do Brasil.
Sendo conhecedores dos resultados obtidos, cabe a comunidade escolar conscientizar a comunidade extra escolar da importância do sistema da avaliação, e que cobrem dos gestores federais, estaduais, municipais e educacionais, melhores resultados na qualidade do ensino e aprendizagem dos discentes.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tópico: Do direito à educação e o dever de educar


A lei de diretrizes e bases da educação nacional (Lei Nº 9.024/61) foi a primeira a englobar todos os graus e modalidades do ensino. Estrutura pré-primaria até (os sete anos), primário (quatro a seis anos de duração), ensino médio ginasial de quatro anos e colegial de três anos, ambos abrangendo diferentes modalidades (Secundário, técnico industrial agrícola, e comercial normal), superior (graduação e pós-graduação). Conteúdos diversificados com matérias obrigatórias.
A partir da constituição de 1988. Alterada pela emenda constitucional nº 14 de 1986, o ensino fundamental de oito anos obrigatório, dos sete aos quatorze anos e gratuito para todos, foi considerado direito público subjetiva podendo os governantes ser responsabilizados juridicamente pelo seu não cumprimento ou pela oferta irregular. A emenda determinada abrange não só a garantia do acesso e da permanência no ensino fundamental, mas também a garantia de padrão e qualidade.
A década de 1990 foi marcada pela tendência de regularização do fluxo no ensino fundamental, por meio de ciclos de escolarização da promoção continuada e dos programas de aceleração da aprendizagem, que foram difundidos diante da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), lei nº 9.394/96. A partir da publicação desta lei o presidente sanciona o seguinte:
Art: 1 – A educação abrange os processos formativos que se desenvolve na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organização da sociedade cível e manifestações culturais.
Após treze anos de discussão pensando, nos idéias de liberdade e nos princípios de solidariedade humana o presidente através da (LDB), estabelece direitos e deveres no preparo do educando para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, sanciona alguns princípios do direito a educação e o dever de educar:
Art. 4º. O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
I - Ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;
II - Progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;
III - Atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;
IV - Atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade;
V - Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;
VI - Oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando;
VII - Oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola;
VIII - Atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;
IX - Padrões mínimos de qualidade de ensino definido como a variedade e quantidades mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
A educação é responsabilidade de todos; do estado, do município, da família, da escola e de toda a sociedade. Precisamos como professores conhecer mais intimamente a qualidade do ensino que a legislação determina aos espaços educativos e culturais. Para uma nova filosofia de educação propomos atribuir à educação prioridades condizente com sua função social. A educação brasileira está permeada de desafios e incertezas, por tanto formar professores na atual conjuntura significa uma revisão fundamentada em pesquisas sobre a realidade de cursos, habilitações curriculares e prática pedagógica que cominem na formação do educador/educando como um cidadão atual.
A escola deve preparar as crianças e jovens para serem cidadãos pensantes, críticos, reflexivos, capazes de enfrentar a sociedade com consciência e responsabilidade, aptos para tornarem homens e mulheres de bens e construir uma sociedade mais justa. Pois a educação é o fator principal para o desenvolvimento do país.

domingo, 12 de outubro de 2008

Reflexão entre professores em blogs:


Com certeza os blogs, são espaços essenciais para nós professores e alunos.Geralmente (os professores blogueiros) não se envolvem em um só blog, mas interage com vários blogs, compartilhando idéias, trabalhos , pesquisas...E cada um com objetivos diferentes, isso demostra as diferentes articulações dos blogs com a prática pedagógica .Pois a construção e interação coletiva permite que outra pessoa entre no seu blog fazendo comentários, contribuindo, criticando, trazendo novas idéias.E isso nos faz pensar de maneira muinto intima no modo como vemos e fazemos a educação... Penetrando neste contexto das novas tecnólogias.

sábado, 11 de outubro de 2008

Quanto Vale ou é por quilo? Desigualdade, direito e capitalismo na atualidade.


Biografia
Nome Completo: Sérgio Luís Bianchi
Natural de: Ponta Grossa, PR, Brasil
Nascimento: 1945

Neto de Luís Bianchi, filho de Rauly Bianchi e irmão de Raul Bianchi, todos, fotógrafos, cuja produção ao longo de um século foi responsável pela constituição de um dos mais importantes acervos fotográficos do Brasil, com cerca de 40 mil imagens em vidro. Sérgio estudou cinema em Curitiba e posteriormente em São Paulo, onde se formou na escola de comunicações e artes da USP, em 1972.
Filmografia:
· 2004 – Quanto Vale ou é por quilo?
· 1999 – Cronicamente Inviável
· 1994 – A Causa Secreta
· 1988 – Romance
· 1982 – Mato Eles?
· 1979 – Maldita Coincidência


Das várias histórias que aparecem no filme mostra como as coisas do tempo da escravidão não são tão diferentes das atuais, (capitães do mato caçavam negros para vendê-los aos senhores de terra apenas pelo lucro, as ONGs exploram a miséria preenchendo a ausência do estado em atividades, que na verdade são fontes de muito lucro. Quanto Vale ou é por quilo? Mostra um quadro de duas épocas aparentemente diferentes, mas no fundo semelhantes na manutenção de uma cruel dinâmica socioeconômica, embalada pela corrupção impune, pela violência e pelas grandes diferenças sociais. Neste filme o discurso jornalístico se transforma praticamente em uma metalinguagem para mostrar a realidade da periferia e os conflitos sociais do país. O Filme começa com uma narrativa histórica em pleno Brasil colônia. O processo artístico de gênero institucional, histórico e reportagem publicitária ligado muitas vezes pela narrativa sempre na terceira pessoa no melhor estilo jornalístico.
Os personagens deste filme, “Quanto Vale ou é por quilo? São minuciosamente interpretados por atores profissionais, alguns deles de longa trajetória consolidada nos palcos nacionais como Cláudia Mello, Ariclê Peres, Hemerson Caprie e Mirian Pires. O Filme de Bianchi se vale do discurso jornalístico para apresentar seus personagens e criar uma bela história. Em termo de criar cenários realistas, Bianchi foge do modelo herdado pelo moderno realismo criando realidade real, dando prosseguimento a uma obra marcada pelo desconforto e desencanto com o país, Bianchi radicaliza a agressão proposta por sua abordagem audiovisual de algumas de nossas mazelas. Aqui uma visão nada positiva de muitas ONGs, cujo objetivo disfarçado de assistencialismo, é o assalto ao dinheiro público.
Quanto vale...? Chega ao fundo de um interminável poço, no qual a possibilidade de solidariedade já não existe mais. Construindo uma narrativa não linear que superpõe diferentes tempos e espaços, Bianchi tece um documentário real, que mistura o passado ao presente e que junta o Brasil do século XVIII aos dias atuais. O Filme também é inspirado na ficção de Machado de Assis (O conto pai contra mãe), e em diversos documentos encontrados no arquivo nacional. Uma vez mais a ficção se mistura com documentário.
A principio não gostei e não compreendi muito bem, pois não mim proporcionou nenhuma experiência fílmica. Mas ao assisti o filme pela segunda e terceira vez, pude notar várias questões, que o autor colocou e que se identificam muito bem com nosso país. E isso me tocou, pois ele não mostra apenas a falência das instituições no país atual, seu discurso analógico coloca o antigo comércio de escravos e a exploração da miséria pelo marketing social, como imagens separadas que se articulam em uma montagem para dizer que o que vale é o lucro, não importando se este é obtido com a venda de um escravo ou através de projetos sociais com orçamentos superfaturados.
Algumas partes foram envolventes porem triste e muito dramática, quando Arminda que está empenhada com o projeto de informática na periferia descobrir que os computadores foram superfaturados, ela decidi denunciar a ONG e por esse motivo é eliminada por Candinho, um jovem que está desempregado, e para sobreviver, torna-se um matador de aluguel. E é contratado para matar Arminda. Outro momento que mim tocou foi quando Lázaro Ramos proferiu uma frase que dizia: “O que vale é ter liberdade para consumir, esta é a verdadeira funcionalidade da democracia...”
Não ache viável a possibilidade pedagógica de assistir este filme em minha sala, já que são crianças “muito pequenas do grupo seis”, pois o conteúdo do filme não iria envolvê-las, porque a escolha do filme deve participar da vivência do aluno. Mas para alunos do segundo ciclo poderíamos criar algumas possibilidades, como instigar e estimular o assunto do filme para os alunos, pois a partir daí eles iriam começar a vivenciar o assunto visto que sem vivência não há interpretação.
Outra possibilidade seria apresentar o autor do filme para os alunos através da sua biografia, história, linguagem e também a narrativa do filme e só assim eles poderiam compreender o enredo do filme, pois entender o filme e conhecer antes de tudo o autor instigar a cultura cinematográfica dos alunos promovendo à ampliação dos horizontes de mundo, levando-os a mudar o espaço e o tempo. Através da avaliação de sua existência o aluno vai compreender o outro e o mundo, ele vai se reformando como sujeito protagonista de sua própria história.


REFERÊNCIAS

Apostila: A EXPERIÊNCIA FÍLMICA E FORMAÇÃO ressignificando os referenciais teórico epistemológicos da práxis pedagógica, TOURINHO Maria Antonieta, VIEIRA Rosane, agosto 2008.
A Poética do cinema e a questão do método em analise fílmica, GOMES Wilson.
http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/personalidades/sergio-bianchi/sergio-bianchi.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Bianchi

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Convivendo em comunidade



Entendo que Comunidade Virtual é construida sobre os diferentes interesses, de conhecimentos mútuos, em um processo de cooperação e de trocas, com objetividade e simplicidade de suas intenções.
As comunidades virtuais se organizam através de acordo para convivência, seguem padrões e normas, visando uma boa organização de funcionamento, possibilitando que todos participem.


                    • orkut

                    • interação

                    • internet

                    • blog

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                    segunda-feira, 22 de setembro de 2008

                    Queridas Colegas!


                    Não importa qual seja o obstáculo, o melhor da vida é sempre tentar... Não importa qual seja a distância, o melhor da vida é sempre caminhar... Não importa qual seja o futuro, o melhor da vida é sempre sonhar... Não importa qual seja a tristeza, o melhor da vida é sempre sorrir... Não importa qual seja o medo, o melhor da vida é sempre enfrentar... Não importa qual seja o preço, o melhor da vida é sempre pagar... Não importa qual seja o prêmio, o melhor da vida é sempre ganhar... Não importa qual e quantos sejam os problemas, o melhor da vida sempre VIVER!!!

                    Ingredientes que não devem faltar em um diário de ciclo

                    No dia 25/08/2008 tivemos uma aula muito interessante e dinâmica sobre os ingredientes que não devem faltar em um diário de ciclo. A turma foi dividida em duplas, onde cada dupla apresentavam os ingredientes que serão necessários nos nossos diários de ciclo.
                    A dupla Claudinéia e Eriades mostraram que as pesquisas, debates, discussões, estudo coletivo, acesso as novas tecnologias, positividade e inovação são ingredientes indispensáveis. As cursistas, Maria Delian, Simone e Edivânia apresentaram outros complementos que deixam o diário ainda mais gostoso como: a determinação, organização, teorização, emoção, angustia e satisfação.
                    Ainda vieram as duplas Geralda e Daniela complementando e mostrando que o humor a criatividade, as experiências vividas e a reflexão sobre a prática são complementos imprescindíveis para deixar o diário ainda mais saboroso.
                    As colegas Gecélia e Dulcinalva lembraram que os ingredientes do diário de ciclo devem está no nosso dia-dia, organizando assim uma rotina de trabalho refletindo sobre o que vamos digitar socializar no grupo de orientação, e reservar trinta minutos por dia para escrever. Depois destas bonitas apresentações onde cada um dos bolos dos diários ficou mais gostoso que o outro. A Orientadora Fabrízia complementou indicando como registro do diário de ciclo pode nos levar a construção de novos conhecimentos sobre a prática pedagógica e a discussão que apontam novos caminhos para a escola.



                    A escrita e o diário reflexivo

                    Segundo Mariana Fonseca de Mendonça Gomes a escrita e o diário reflexivo é um bom instrumento para investigação do cotidiano da sala de aula, o diário capta o que foi vivido e experimentado, sua leitura pode nos levar a construção de conhecimentos sobre a nossa prática pedagógica e estas discussões que apontam novos caminhos para a escola. Podemos dizer então que a escrita têm a função de organizar os pensamentos de deixar registradas as idéias os costumes, enfim toda maneira de ser e pensar de uma determinada cultura e sociedade.
                    Muitas vezes a escrita pode ser concebida como incompleta, parcial ou falsificável. No entanto em todos os contextos a escrita é um suporte para representação da memória de um povo, a escrita é vista como um processo que contribui para a construção da identidade de quem dela se utiliza além de ser um instrumento a serviço da memória, ele tem a finalidade de destacar o já vivido e o já experimentado.
                    Ainda que pouco utilizado em nossas salas de aula os diários te registros tem despertados diferentes olhares de pesquisadores sobre esse fazer. A utilização dos diários reflexivos representa a possibilidade de uma dupla análise, por um lado indica aos alunos o processo de seus desenvolvimentos nas diferentes etapas por que passam. Para nós professores os diários se revelam como instrumento de avaliação e reflexão sobre o nosso trabalho. Para as crianças os diários servem para registras suas aprendizagens adquiridas a cada aula, e assim o professor pode instigar o próprio trabalho desencadeando reflexões e mudanças em sua prática.


                    O registro e a prática docente é um instrumento de formação e transformação

                    Registrar constitui características próprias do ser humano, o ser humano registra para si e para o mundo. Nós professores necessitamos registrar para refletir e transformar a construção de novos saberes.
                    Para que registramos? Para lembrar, pensar, aprimorar, aprender e refletir ver com profundidade. É importante fazer registro, pois vou melhorando minha prática, refletindo, analisando e reformulando minha ação juntos aos alunos. Pois anotando a professora conversa consigo mesmo, interage, analisa, reflete, busca vencer dificuldades melhorando sua ação.
                    Como fazer? Muitas são as aflições de nós professores sobre a forma de registrar o que, como, para que quando. O registro do plano semanal e do plano de aula constitui um instrumento imprescindível a prática pedagógica, mostrando ao professor o caminho a seguir.